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O tempo de servir é agora!


 


        “O amor cresce através do amor. O amor é « divino », porque vem de Deus e nos une a Deus, e, através deste processo unificador, transforma-nos em um Nós, que supera as nossas divisões e nos faz ser um só, até que, no fim, Deus seja « tudo em todos » (1 Cor 15, 28).”
    Se o Espírito Santo colocou em nós as admiráveis disposições que são os sete dons (Ciência, Conselho, Entendimento, Sabedoria, Piedade, Fortaleza, Temor de Deus), foi para que déssemos muito fruto . “Eu vos escolhi e vos destinei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça” (Jo 15,16), disse Jesus a seus apóstolos. E esse fruto será tanto mais abundante e saboroso quanto mais docilmente o ramo se deixar podar e limpar pelo Vinhateiro Divino (Jesus), aceitando generosamente os pedidos que Ele nos fizer.
    O primeiro fruto do Espírito Santo é a Caridade , que se traduz por um imenso amor ao Pai, amor esse que traz em si o amor ao próximo. “Se alguém disser: ‘Amo a Deus', mas aborrecer o seu irmão, mente” (1 Jo 4,20)
    O segundo fruto do Espírito Santo é a Alegria : Deus quer ver a alegria reinar no coração de seus filhos pois Ele não nos criou para a tristeza. “Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez vos digo: alegrai-vos” (Fil. 4,4).
    O Amor e a Alegria, que são os primeiros frutos do Espírito Santo, produzem na alma uma Paz indescritível e inabalável, Paz esta que constitui o terceiro dos frutos. “A paz de Deus que sobrepuja todo o entendimento” (Fil. 4, 7).
    Os frutos seguintes, Paciência e Longanimidade, dispõem a alma para se comportar como é preciso perante as adversidades. A Paciência sobrenatural permite suportar, por amor a Deus, os sofrimentos físicos e morais. São Paulo exortou continuamente os primeiros cristãos a buscá-la: “Revesti-vos de paciência” (Col 3,12), “Tendes necessidade de paciente perseverança” (Heb 10,36).
    De maneira semelhante, a Longanimidade é a disposição da alma que nos permite esperar - sem queixas nem amargura – a realização dos planos de santidade que Deus tem para nós. É uma certeza de que se cumprirão na alma todos os desígnios eternos de Deus sobre ela; e esta certeza, esta segurança, leva a alma a uma paz que nada pode perturbar.
    Além destes frutos que se destinam a aperfeiçoar a alma em si mesma, há os frutos que a dispõem bem para com o próximo e que são a bondade, a benignidade, a mansidão e a fidelidade.
    A Bondade é uma disposição sobrenatural da vontade que nos inclina a querer todo o tipo de bem para os outros. Entretanto, não basta apenas querer o bem dos outros; para que o amor seja eficaz deve se traduzir em atos, e o que nos leva a fazer concretamente o bem aos outros é a Benignidade.
    A Mansidão dispõe a vontade para suportar as contrariedades com suavidade e sem irritação, isto é, sem dar mostras de impaciência e muito menos de cólera.
    Finalmente, a Fidelidade é a qualidade sobrenatural que nos inclina a dar ao próximo tudo o que lhe é devido, sob que forma for. É a justiça perfeita. É o que devemos ao próximo? Amor, um amor misericordioso, gratuito, benevolente e compassivo. 
    " Carregai uns os fardos dos outros, e assim cumprireis a lei de Cristo " (Gal 6,2). 
    " Bem aventurados os mansos porque possuirão a terra " (Mt 5,5). 
  " A caridade é paciente, a caridade é prestativa, não é invejosa,  não se ostenta, não se incha de orgulho, nada faz de inconveniente, não procura o  seu próprio interesse, não se irrita, não guarda rancor " (1 Cor 13, 4 – 5). 
    "O verdadeiro encontro com Jesus Cristo vivo é seguir o caminho da conversão, da comunhão e da solidariedade " (João Paulo II)
(Estatuto Tom de amor)